Tomada de Posse da Subdirectora Geral da DGAL
Lisboa, 1 de Setembro de 2008




Senhora Subdirectora Geral da DGAL

Senhora Directora Geral

Senhor Inspector-geral da Inspecção-Geral da Administração Local

Senhora Subinspectora geral da IGAL

Senhor Subdirector Geral da DGAL

Demais dirigentes

Funcionários da DGAL

Amigos da empossada que quiseram estar aqui connosco, neste momento



Queria, nesta tomada de posse, manifestar a minha confiança quer na capacidade de desempenho e no mérito já demonstrados pela Dra. Sónia Ramalhinho, e que a capacitam particularmente para o exercício destas funções, quer em toda a equipa da Direcção-Geral das Autarquias Locais, dirigentes e todos os trabalhadores que integram esta equipa face a novos desafios. Desafios que são complexos, que são novos, que têm vindo a crescer e que exigem, hoje, um desempenho e um sentido de rigor que vão muito para além daquilo que é o estrito cumprimento dos deveres funcionais que, no âmbito da administração pública, em sentido linear, lhe seriam exigidos.

A Dra. Sónia Ramalhinho, com este exercício de funções, volta, de alguma forma, à casa que já conheceu. Há quase uma década, no início das suas funções técnicas, teve oportunidade de aprender e de crescer pessoal e profissionalmente na DGAL. Queria aqui também, neste momento, fazer referência àqueles que contribuíram, ao longo destes anos, para a evolução positiva que esta Direcção-Geral demonstrou ser capaz de assumir. Uma referência particular à Dra. Helena Curto, que antecedeu a Dra. Sónia Ramalhinho nestas funções, e que contribuiu, também, para prestigiar a DGAL e cumprir aquilo que foram os desafios que lhe foram destinados enquanto dirigente da administração pública.

Entretanto, a Dra. Sónia Ramalhinho exerceu funções noutras instituições, designadamente no âmbito do Tribunal de Contas, cujo quadro integrou. E isso permitiu-lhe reunir um conjunto de experiências, uma preparação técnica e a maturidade que a qualificam, de forma particular, para este novo desafio.

A DGAL mudou muito nestes últimos anos. Viu alargadas as suas competências a áreas novas, como a avaliação de funcionários ou a gestão de fundos comunitários. Viu, naquilo que eram as suas áreas tradicionais, passar tempos complexos marcados por matérias como a Lei de Finanças Locais, aprovada por este Governo, e cujo acompanhamento cabe à DGAL dirigir, ou um processo complexo de descentralização de competências que cabe à DGAL acompanhar muito de perto.

Estou certo que os próximos tempos serão desafiantes e difíceis. Estou confiante que toda esta equipa, nomeadamente a Dra. Sónia Ramalhinho, estarão à altura destes desafios.

Boa sorte e continuação de bom trabalho